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quinta-feira, 18 de julho de 2013

05 - FÉ ARREPENDIMENTO E CONFISSÃO


FÉ ARREPENDIMENTO E CONFISSÃO

1- O que é fé e qual é a sua importância na vida cristã?

1 Ora, a fé é a certeza de coisas que se esperam, a convicção de fatos que se não vêem.
2 Pois, pela fé, os antigos obtiveram bom testemunho.
3 Pela fé, entendemos que foi o universo formado pela palavra de Deus, de maneira que o visível veio a existir das coisas que não aparecem.
4 Pela fé, Abel ofereceu a Deus mais excelente sacrifício do que Caim; pelo qual obteve testemunho de ser justo, tendo a aprovação de Deus quanto às suas ofertas. Por meio dela, também mesmo depois de morto, ainda fala.
5 Pela fé, Enoque foi trasladado para não ver a morte; não foi achado, porque Deus o trasladara. Pois, antes da sua trasladação, obteve testemunho de haver agradado a Deus.
6 De fato, sem fé é impossível agradar a Deus, porquanto é necessário que aquele que se aproxima de Deus creia que ele existe e que se torna galardoador dos que o buscam. Hebreus 11:1, 6

Justificados, pois, mediante a fé, temos paz com Deus por meio de nosso Senhor Jesus Cristo; Rom 5:1

Porque, assim como o corpo sem espírito é morto, assim também a fé sem obras é morta. Tiago 2:26

2- Qual é o objetivo da fé?

4 porque todo o que é nascido de Deus vence o mundo; e esta é a vitória que vence o mundo: a nossa fé.
5 Quem é o que vence o mundo, senão aquele que crê ser Jesus o Filho de Deus? 1João 5:4

obtendo o fim da vossa fé: a salvação da vossa alma. 1Pedro 1:9

3. Como desenvolver a fé?

E, assim, a fé vem pela pregação, e a pregação, pela palavra de Cristo. Romanos 10:17

4- O que Jesus veio fazer?

30 Os fariseus e seus escribas murmuravam contra os discípulos de Jesus, perguntando: Por que comeis e bebeis com os publicanos e pecadores?
31 Respondeu-lhes Jesus: Os sãos não precisam de médico, e sim os doentes.
32 Não vim chamar justos, e sim pecadores, ao arrependimento. Lucas 5:32

5- O que nos leva ao arrependimento?

4 Ou desprezas a riqueza da sua bondade, e tolerância, e longanimidade, ignorando que a bondade de Deus é que te conduz ao arrependimento?
5 Mas, segundo a tua dureza e coração impenitente, acumulas contra ti mesmo ira para o dia da ira e da revelação do justo juízo de Deus,
6 que retribuirá a cada um segundo o seu procedimento:
7 a vida eterna aos que, perseverando em fazer o bem, procuram glória, honra e incorruptibilidade;
8 mas ira e indignação aos facciosos, que desobedecem à verdade e obedecem à injustiça.Romanos 2:4

6- O que faz o pecador arrependido?

Confesso a minha iniqüidade; suporto tristeza por causa do meu pecado. Salmo 38:18

7- O que acontece com aquele que não confessa seus pecados?

13 O que encobre as suas transgressões jamais prosperará; mas o que as confessa e deixa alcançará misericórdia.
14 Feliz o homem constante no temor de Deus; mas o que endurece o coração cairá no mal. Prov 28:13

8- O que Deus faz quando confessamos os nossos pecados?

9 Se admitimos o testemunho dos homens, o testemunho de Deus é maior; ora, este é o testemunho de Deus, que ele dá acerca do seu Filho.
10 Aquele que crê no Filho de Deus tem, em si, o testemunho. Aquele que não dá crédito a Deus o faz mentiroso, porque não crê no testemunho que Deus dá acerca do seu Filho.
11 E o testemunho é este: que Deus nos deu a vida eterna; e esta vida está no seu Filho.
12 Aquele que tem o Filho tem a vida; aquele que não tem o Filho de Deus não tem a vida.
13 Estas coisas vos escrevi, a fim de saberdes que tendes a vida eterna, a vós outros que credes em o nome do Filho de Deus. 1João 5:9

18 Quem, ó Deus, é semelhante a ti, que perdoas a iniqüidade e te esqueces da transgressão do restante da tua herança? O SENHOR não retém a sua ira para sempre, porque tem prazer na misericórdia.
19 Tornará a ter compaixão de nós; pisará aos pés as nossas iniqüidades e lançará todos os nossos pecados nas profundezas do mar. Miquéias 7:18-19

Eu, eu mesmo, sou o que apago as tuas transgressões por amor de mim e dos teus pecados não me lembro. Isaías 43:25

9- O que Deus espera de nós hoje?

6 Buscai o SENHOR enquanto se pode achar, invocai-o enquanto está perto.
7 Deixe o perverso o seu caminho, o iníquo, os seus pensamentos; converta-se ao SENHOR, que se compadecerá dele, e volte-se para o nosso Deus, porque é rico em perdoar.
8 Porque os meus pensamentos não são os vossos pensamentos, nem os vossos caminhos, os meus caminhos, diz o SENHOR,
9 porque, assim como os céus são mais altos do que a terra, assim são os meus caminhos mais altos do que os vossos caminhos, e os meus pensamentos, mais altos do que os vossos pensamentos.Isaías 55:7



sexta-feira, 2 de julho de 2010

O sistema aberto




Mesmo no princípio, podemos ver que não era intenção de Deus que vivêssemos sós. Fomos criados como seres sociais, com o propósito de interagir com o ambiente que nos cerca e com outras pessoas. Devemos viver de uma forma que promova relacionamentos significativos com outros; não só para propósitos de saúde, mas também porque, através desses relacionamentos, podemos testemunhar mais eficientemente de Jesus.

“
É pelas relações sociais que a religião cristã entra em contato com o mundo. Cada homem ou mulher que recebeu a iluminação divina deve derramar luz na senda tenebrosa dos que não conhecem o melhor caminho” (Ellen G. White,Conselhos Sobre Saúde, p. 399).

Como Cristo partilhou Seu amor conosco, também devemos partilhar amor com todos com quem nos encontrarmos. Geralmente, é após estabelecermos um relacionamento com alguém que passamos a entender as necessidades daquela pessoa. Ministrando às necessidades imediatas de uma pessoa, estamos fazendo exatamente o que Cristo fez quando andou aqui na Terra. Também estamos abrindo espaço no coração de alguém para ouvir o que o Salvador requer dele.

“
A sociabilidade cristã é na verdade bem pouco cultivada pelo povo de Deus. ... Por meio do intercâmbio social formam-se relações e amizades que dão em resultado certa unidade de coração e uma atmosfera de amor que agradam ao Céu.

“Todos encontrarão ou farão amigos. E justamente na proporção do fortalecimento da amizade, será o grau de influência que os amigos exercerão uns sobre os outros para o bem ou para o mal. Todos terão amigos, influenciarão e serão influenciados. ...

“O calor da verdadeira amizade ... é um antegozo das alegrias do Céu” (Ellen G. White, Minha Consagração Hoje [MM 1989], p. 204).

A Bíblia compara a família de Deus, dos crentes, a um corpo no qual cada membro executa uma função específica, e embora essas funções sejam diversas, cada um é igualmente importante e trabalha para complementar todos os outros. Precisamos uns dos outros para funcionar adequadamente

14  Porque também o corpo não é um só membro, mas muitos.
15  Se disser o pé: Porque não sou mão, não sou do corpo; nem por isso deixa de ser do corpo.
16  Se o ouvido disser: Porque não sou olho, não sou do corpo; nem por isso deixa de o ser.
17  Se todo o corpo fosse olho, onde estaria o ouvido? Se todo fosse ouvido, onde, o olfato?
18  Mas Deus dispôs os membros, colocando cada um deles no corpo, como lhe aprouve.
19  Se todos, porém, fossem um só membro, onde estaria o corpo?
20  O certo é que há muitos membros, mas um só corpo.
21  Não podem os olhos dizer à mão: Não precisamos de ti; nem ainda a cabeça, aos pés: Não preciso de vós.
22  Pelo contrário, os membros do corpo que parecem ser mais fracos são necessários;
23  e os que nos parecem menos dignos no corpo, a estes damos muito maior honra; também os que em nós não são decorosos revestimos de especial honra.
24  Mas os nossos membros nobres não têm necessidade disso. Contudo, Deus coordenou o corpo, concedendo muito mais honra àquilo que menos tinha,
25  para que não haja divisão no corpo; pelo contrário, cooperem os membros, com igual cuidado, em favor uns dos outros.
26  De maneira que, se um membro sofre, todos sofrem com ele; e, se um deles é honrado, com ele todos se regozijam.  (1Co 12:14-26).


Podemos, sozinhos, fazer determinado avanço; mas, trabalhando juntos, nossos esforços são multiplicados e executados com eficiência cada vez maior.

4. Como Paulo descreve os que foram redimidos pelo sangue de Jesus?

1 Rogo-vos, pois, eu, o prisioneiro no Senhor, que andeis de modo digno da vocação a que fostes chamados,
2 com toda a humildade e mansidão, com longanimidade, suportando-vos uns aos outros em amor,
3  esforçando-vos diligentemente por preservar a unidade do Espírito no vínculo da paz;
4  há somente um corpo e um Espírito, como também fostes chamados numa só esperança da vossa vocação;
5  há um só Senhor, uma só fé, um só batismo;
6  um só Deus e Pai de todos, o qual é sobre todos, age por meio de todos e está em todos.
7  e a graça foi concedida a cada um de nós segundo a proporção do dom de Cristo.
8  Por isso, diz: Quando ele subiu às alturas, levou cativo o cativeiro e concedeu dons aos homens.
9  Ora, que quer dizer subiu, senão que também havia descido às regiões inferiores da terra?
10  Aquele que desceu é também o mesmo que subiu acima de todos os céus, para encher todas as coisas.
11  E ele mesmo concedeu uns para apóstolos, outros para profetas, outros para evangelistas e outros para pastores e mestres,
12  com vistas ao aperfeiçoamento dos santos para o desempenho do seu serviço, para a edificação do corpo de Cristo,
13  Até que todos cheguemos à unidade da fé e do pleno conhecimento do Filho de Deus, à perfeita varonilidade, à medida da estatura da plenitude de Cristo,
14  para que não mais sejamos como meninos, agitados de um lado para outro e levados ao redor por todo vento de doutrina, pela artimanha dos homens, pela astúcia com que induzem ao erro.
15  Mas, seguindo a verdade em amor, cresçamos em tudo naquele que é a cabeça, Cristo,
16  de quem todo o corpo, bem ajustado e consolidado pelo auxílio de toda junta, segundo a justa cooperação de cada parte, efetua o seu próprio aumento para a edificação de si mesmo em amor. Ef 4:1-16.

O que significa isso?

(Porque ninguém jamais odiou a própria carne; antes, a alimenta e dela cuida, como também Cristo o faz com a igreja; porque somos membros do seu corpo. Ef 5:29-30). Todas as partes do corpo interagem para funcionar eficazmente. Se uma parte do corpo sofre, todas as funções são afetadas. Quanto mais perto estivermos uns dos outros, mais pronta e poderosamente vamos sentir o impacto dos problemas enfrentados por todos.

Michael-Henry Parchment | George Town, Ilhas Cayman



terça-feira, 26 de janeiro de 2010

"Tomem o Meu jugo"







Você pode imaginar ter um jugo literal ao redor do pescoço, prendendo você a alguém que é mais vagaroso ou mais alto ou mais baixo que você? Jesus disse: “Aprendam de Mim, pois sou manso e humilde de coração, e vocês encontrarão descanso para as suas almas” (Mt 11:29, NVI), sugerindo assim que Ele é o exemplo do que significa longanimidade (paciência). A Bíblia nos dá muitos exemplos de quão longânimo Deus pode ser.


Adão e Eva desobedeceram à ordem de Deus para não comerem do fruto proibido. Se o fizessem, morreriam. Contudo, passaram-se 930 anos antes de Adão realmente morrer. Seis mil anos após a Queda, Cristo ainda está pleiteando conosco para que nos arrependamos e aceitemos Sua salvação.
Noé advertiu o mundo antediluviano de um dilúvio iminente que cobriria a Terra. Mas eles zombaram do profeta. Afinal de contas, nunca havia chovido antes. Noé pregou por 120 anos, repetindo pacientemente a advertência e a maneira de escape que estava sendo preparada.


Moisés aprendeu a paciência enquanto cuidava das ovelhas. Isso o preparou para ser “o compassivo e longânimo pastor de Israel” (Ellen G. White, Patriarcas e Profetas, p. 248).


Somos encorajados por Davi no Salmo 37:7 a confiar em Deus e aguardar “por Ele com paciência” (NVI). Isso sugere que, apesar dos desafios que enfrentamos, a resposta desejada pode demorar a vir (você tem que aprender a ser paciente); mas, no fim, Deus lhe concederá os desejos de seu coração. Ellen White nos lembra que precisamos ser pacientes, pois Deus “tem um canto para nos ensinar” a fim de que possamos “cantá-lo para sempre” (A Ciência do Bom Viver, p. 472).


Mãos à Bíblia
Não existe maior demonstração de paciência do que a revelada por Deus para com a humanidade. Mas devemos entender que até a paciência de Deus tem limites. A paciência de Deus durou 120 anos nos dias de Noé, enquanto a arca estava sendo construída (1Pe 3:20 - os quais, noutro tempo, foram desobedientes quando a longanimidade (paciência) de Deus aguardava nos dias de Noé, enquanto se preparava a arca, na qual poucos, a saber, oito pessoas, foram salvos, através da água,). 


Mas chegou o tempo em que a obstinação do povo exauriu a paciência de Deus, e Ele destruiu a Terra com um dilúvio.


6. Que princípio importante foi declarado pelo Senhor a respeito dos antediluvianos? 


Gn 6:3 - Então, disse o SENHOR: O meu Espírito não agirá para sempre no homem, pois este é carnal; e os seus dias serão cento e vinte anos. 


7. Nos casos de Sodoma e Gomorra, Israel no deserto e no cativeiro babilônico, que atitudes provocaram as consequências que o povo sofreu? 


Dt 31:27  -  Porque conheço a tua rebeldia e a tua dura cerviz. Pois, se, vivendo eu, ainda hoje, convosco, sois rebeldes contra o SENHOR, quanto mais depois da minha morte?  

Sl 95:8 - não endureçais o coração, como em Meribá, como no dia de Massá, no deserto,  

Jr 17:23 -  Mas não atenderam, não inclinaram os ouvidos; antes, endureceram a cerviz, para não me ouvirem, para não receberem disciplina.





Beverly I. Henry | Mandeville, Jamaica

sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

"Minha paz"? Como assim?







“Deixo com vocês a paz. É a Minha paz que Eu lhes dou; não lhes dou a paz como o mundo a dá. Não fiquem aflitos, nem tenham medo” (Jo 14:27).


Prévia da semana: Somos guardados e desfrutamos a paz unicamente mediante a comunhão com Jesus. A paz deve existir primeiro em nosso coração, antes de podermos criar a paz nas pessoas de nossos relacionamentos.










Conta-se a comovente história de uma senhora sul-africana chamada Ellen Tipnar. Não dá para enumerar as muitas tragédias que aconteceram na vida dela. Ela perdeu a visão ainda em tenra idade, ao submeter-se a um exame devido a uma leve dor nos olhos. A enfermeira colocou ácido nos olhos dela em vez de colírio. Após alguns dias, uma de suas pernas foi amputada devido a uma dor cruciante. E mais tarde ela contraiu lepra. Enquanto morava num centro para leprosos, o filho morreu de poliomielite. Imediatamente depois disso, o marido amado morreu de câncer.


Quando ela recebeu alta do centro, estava tão desfigurada que ninguém conseguia reconhecê-la. Com 55 anos de idade, já havia feito 56 grandes cirurgias. Que vida desanimadora ela teve! Porém, apesar de tudo, ninguém jamais a havia visto triste. Ela nunca perdia uma chance de partilhar o amor de Deus e todas as coisas boas que Ele havia feito para ela.


A Bíblia fala sobre um Homem inocente chamado Jesus. “Foi desprezado e rejeitado pelos homens, um homem de dores e experimentado no sofrimento. Como alguém de quem os homens escondem o rosto, foi desprezado, e nós não O tínhamos em estima” (Is 53:3, NVI). 


Isaías 53:7 - Ele foi oprimido e humilhado, mas não abriu a boca; como cordeiro foi levado ao matadouro; e, como ovelha muda perante os seus tosquiadores, ele não abriu a boca. 


Somente os piores criminosos morriam como Jesus morreu. Ele era poderoso o suficiente para orar ao Pai pedindo legiões de anjos para protegê-Lo.


(Mt 26:53) - Acaso, pensas que não posso rogar a meu Pai, e ele me mandaria neste momento mais de doze legiões de anjos? 


Esses anjos resolveriam o caso em segundos. Em vez disso, submeteu-Se à vontade de Deus o Pai, e assim não só nos disse, mas nos mostrou o que significa a verdadeira paz.


O mesmo Jesus disse: “Deixo com vocês a paz. É a Minha paz que Eu lhes dou; não lhes dou a paz como o mundo a dá. Não fiquem aflitos, nem tenham medo” (Jo 14:27). Portanto, quando vier uma situação probante, não estaremos dizendo: “Por que eu?”, mas: “Prova-me, Senhor!”


Nesta semana, ao estudar a paz como fruto do Espírito, pense na maneira pela qual essa paz pode fazer diferença em sua vida.


Mãos à Bíblia
Ter paz com Deus é mais que se sentir à vontade em Sua presença. Significa que nós, que no passado éramos “separados de Deus e... inimigos por causa do [nosso] mau procedimento” (Cl 1:21, NVI), fomos reconciliados e restaurados à comunhão com Deus.


No passado, estávamos em guerra contra Deus, mas, por Sua morte na cruz, Jesus tornou possível o cessar das hostilidades e nos possibilitou ser amigos de Deus, e não Seus inimigos. 


Colossenses 1:20-22 - (Jesus), havendo feito a paz pelo sangue da sua cruz, por meio dele, reconciliasse consigo mesmo todas as coisas, quer sobre a terra, quer nos céus. E a vós outros também que, outrora, éreis estranhos e inimigos no entendimento pelas vossas obras malignas, agora, porém, vos reconciliou no corpo da sua carne, mediante a sua morte, para apresentar-vos perante ele santos, inculpáveis e irrepreensíveis


Não foi o pecado que fez com que Deus fosse misericordioso e perdoador; ao contrário, revelou que Ele era assim desde a eternidade. O plano de salvação demonstrou que, desde o início, Deus nos ama e está disposto a perdoar.


1. Qual é a relação entre a justificação pela fé e a paz? Como é possível ter paz sob tribulações? 


Rm 5:1-11  -  Justificados, pois, mediante a fé, temos paz com Deus por meio de nosso Senhor Jesus Cristo; por intermédio de quem obtivemos igualmente acesso, pela fé, a esta graça na qual estamos firmes; e gloriamo-nos na esperança da glória de Deus. ... Ora, a esperança não confunde, porque o amor de Deus é derramado em nosso coração pelo Espírito Santo, que nos foi outorgado. Porque Cristo, quando nós ainda éramos fracos, morreu a seu tempo pelos ímpios. .... Mas Deus prova o seu próprio amor para conosco pelo fato de ter Cristo morrido por nós, sendo nós ainda pecadores. Logo, muito mais agora, sendo justificados pelo seu sangue, seremos por ele salvos da ira. Porque, se nós, quando inimigos, fomos reconciliados com Deus mediante a morte do seu Filho, muito mais, estando já reconciliados, seremos salvos pela sua vida; e não apenas isto, mas também nos gloriamos em Deus por nosso Senhor Jesus Cristo, por intermédio de quem recebemos, agora, a reconciliação. 


Divya V. Selvaraj | Pune, Índia









segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Natureza humana – ainda a mesma!







O tema se repete, ecoando como um irritante estribilho ao longo dos séculos, seja em Gênesis, Êxodo ou hoje – “Fiz as coisas do meu jeito.” Primeiro, prestamos serviço de lábios ao jeito de Deus fazer as coisas, mas depois nossa própria vontade assume o comando. Considere, então, os resultados:


“A mistura de gente que com os israelitas subira do Egito era uma fonte contínua de tentação e dificuldades. Professavam ter renunciado à idolatria, e adorar o verdadeiro Deus; mas sua primitiva educação e ensino lhes haviam modelado os hábitos de caráter, e estavam mais ou menos corrompidos pela idolatria e irreverência para com Deus. Eram os que mais frequentemente suscitavam contendas e os primeiros a queixar-se, e contaminavam o acampamento com suas práticas idólatras e murmurações contra Deus.


“Logo depois da volta ao deserto, ocorreu um caso de violação do sábado, sob circunstâncias que o tornavam de uma culpabilidade peculiar. O anúncio do Senhor de que deserdaria Israel, despertara um espírito de rebelião. Alguém do povo, irado por ser excluído de Canaã, e decidido a mostrar seu desafio à lei de Deus, atreveu-se a uma transgressão declarada do quarto mandamento, indo apanhar lenha no sábado. ... O ato deste homem foi uma violação voluntária e deliberada do quarto mandamento – pecado este não cometido por inadvertência ou ignorância, mas por presunção. ... Os pecados de blasfêmia e voluntária violação do sábado recebiam o mesmo castigo, sendo igualmente uma expressão de desprezo pela autoridade de Deus” (Ellen G. White, Patriarcas e Profetas, p. 408, 409).


Acontece tantas vezes – primeiro se aborrece o pecado, depois se tem pena dele, e por fim se o abraça. As seduções podem ser atrativas, mas nos levam para longe de Deus. A escolha de seguir nossos próprios caminhos logo pode se tornar uma revolta aberta contra Deus e Seus caminhos. Não é de admirar que somos aconselhados a “guardar bem as vias de acesso à alma” (Ellen G. White, O Lar Adventista, p. 403). 


Precisamos estar constantemente cientes de que o inimigo de Deus atacará de maneira furtiva, sutil. Toda a armadura de Deus é vitalmente necessária, a cada hora de cada dia.


Mãos à Bíblia
7. Por que o castigo pelo atrevimento parecia tão severo? Como se manifestava a graça em tudo isso? Que lições podemos aprender desse preceito? 


Nm 15:30, 31  -  Mas a pessoa que fizer alguma coisa atrevidamente, quer seja dos naturais quer dos estrangeiros, injuria ao SENHOR; tal pessoa será eliminada do meio do seu povo, pois desprezou a palavra do SENHOR e violou o seu mandamento; será eliminada essa pessoa, e a sua iniqüidade será sobre ela. 


A frase no hebraico é “com punho erguido”, postura de arrogância e rebelião. Israel pecou verdadeiramente “com punho erguido” contra o Senhor em Cades. Mas Deus transformou a sentença de morte em banimento para o deserto. A lição é que os pecados são considerados com muita seriedade pelo Senhor.


8. Por que o Senhor exigiu que toda a congregação tomasse parte na execução mencionada em 


Números 15:32-36?   -   Estando, pois, os filhos de Israel no deserto,acharam um homem apanhando lenha no dia de sábado. Os que o acharam apanhando lenha o trouxeram a Moisés, e a Arão, e a toda a congregação. Meteram-no em guarda, porquanto ainda não estava declarado o que se lhe devia fazer. Então, disse o SENHOR a Moisés: Tal homem será morto; toda a congregação o apedrejará fora do arraial. Levou-o, pois, toda a congregação para fora do arraial, e o apedrejaram; e ele morreu, como o SENHOR ordenara a Moisés.


Que lição espiritual podemos tirar disso?




Evidentemente, Deus estava tentando mostrar a Seu povo a seriedade do pecado. “O salário do pecado é a morte” (Rm 6:23). Precisamos estar especialmente cientes do fato de que nossos atos afetam os outros, bem como a nós mesmos, para o bem ou para o mal.




Yvonne L. Johnson | Perth, Austrália