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sexta-feira, 28 de maio de 2010

Praticar demais do que é bom




“Seja a vossa moderação conhecida de todos os homens. Perto está o Senhor” (Filip 4:5).



Prévia da semana: A temperança inclui não só abster-se do que é prejudicial, mas também procurar ativamente o desenvolvimento de hábitos positivos e o equilíbrio harmonioso em tudo que é bom para nossa saúde.


Leitura adicional: Profetas e Reis, p. 479-490

                                           
Demais do que é bom


Os amigos haviam apelidado Rachel de “coelhinho Duracell” como reconhecimento pela devoção que ela prestava a sua rotina de exercícios. Uma loira tipo mignon na casa dos cinquenta, Rachel se preocupa com os efeitos da idade sobre sua aparência física, e por isso se exercita de quatro a cinco horas todos os dias. Ela faz isso há tanto tempo que agora está perdendo massa muscular. Seu personal trainer descreve os resultados: “Rachel está com o rosto emaciado e cheio de rugas perceptíveis, e seu corpo está muito mais flácido do que era antes. Entre as sessões de aeróbica e as de treinamento com pesos ela toma banho na academia e seca o cabelo com secador, e passa camadas de maquiagem. Ela coloca a máscara da juventude, mas a meus olhos e dos outros personal trainers, ela parece uma velha com camadas de maquiagem.”


Esse coelho Duracell pertence a um grupo de pessoas classificadas como viciadas em exercícios. Sabendo que quantidades moderadas de exercício levarão à perda de peso e melhora da saúde, raciocinam que quantidades maiores de exercício levarão a maior perda de peso e melhor saúde. O que elas não percebem é que quantidades excessivas são na verdade prejudiciais. Além de piorar os efeitos do envelhecimento sobre a aparência, o exercício exagerado também pode levar à perda de coordenação e apetite, dores de cabeça, problemas gastrointestinais e perda da capacidade de combater infecções. Os efeitos emocionais em potencial do exagero no exercício incluem irritabilidade, apatia, depressão, sensibilidade emocional e diminuição da autoestima. Assim, até hábitos saudáveis podem se tornar destrutivos se forem seguidos de maneira intemperante.


Tendemos a pensar na temperança primariamente em termos de substâncias que não devemos consumir, mas ela deve ser aplicada a todos os aspectos de nossa vida. Nosso Pai celestial planejou que vivêssemos vidas equilibradas. Quando permitimos que qualquer parte de nossa vida se sobreponha a todas as outras partes, estamos sendo intemperantes. Então, pelo fato de nosso corpo finamente sintonizado ter sido posto fora de equilíbrio, experimentamos enfraquecimento físico, mental e até moral.
Devemos praticar o domínio próprio, garantindo que vivamos de tal maneira que nada enfraqueça nossa capacidade de alcançar o alvo eterno Todo atleta em tudo se domina; aqueles, para alcançar uma coroa corruptível; nós, porém, a incorruptível. Assim corro também eu, não sem meta; assim luto, não como desferindo golpes no ar. Mas esmurro o meu corpo e o reduzo à escravidão, para que, tendo pregado a outros, não venha eu mesmo a ser desqualificado. (1 Cor. 9:25-27)


Mãos à Bíblia
Pelo que você gostaria de ser lembrado depois da morte? Em toda a Bíblia, encontramos personagens que deixaram legados. Alguns, muito bons, outros, muito ruins, e alguns, uma mistura de tudo. Veja Noé. Provavelmente, ele seja mais lembrado como o primeiro evangelista não tão bem-sucedido. Ele pregou por 120 anos e só conseguiu um punhado de conversos, e de sua própria família.


1. Como “Noé achou graça diante” de Deus? Por quê? 


Eis a história de Noé. Noé era homem justo e íntegro entre os seus contemporâneos; Noé andava com Deus. (Gên. 6:9)


Assim fez Noé, consoante a tudo o que Deus lhe ordenara. (Gên. 6:22)


Disse o SENHOR a Noé: Entra na arca, tu e toda a tua casa, porque reconheço que tens sido justo diante de mim no meio desta geração. (Gên. 7:1)


2. Apesar da fidelidade e obediência de Noé e de fazer tudo o que Deus lhe pediu, outra história também foi registrada para nós.
 Sendo Noé lavrador, passou a plantar uma vinha. Beb
endo do vinho, embriagou-se e se pôs nu dentro de sua tenda. Cam, pai de Canaã, vendo a nudez do pai, fê-lo saber, fora, a seus dois irmãos. Então, Sem e Jafé tomaram uma capa, puseram-na sobre os próprios ombros de ambos e, andando de costas, rostos desviados, cobriram a nudez do pai, sem que a vissem. Despertando Noé do seu vinho, soube o que lhe fizera o filho mais moço e disse: Maldito seja Canaã; seja servo dos servos a seus irmãos. E ajuntou: Bendito seja o SENHOR, Deus de Sem; e Canaã lhe seja servo. Engrandeça Deus a Jafé, e habite ele nas tendas de Sem; e Canaã lhe seja servo. (Gên. 9:20-27)


Que lições podemos tirar dessa triste história?


Janalee Shaw | Sykesville, EUA         


Extraído de: http://www.cpb.com.br/htdocs/periodicos/licoes/jovens/2010/frlicj922010.html

quinta-feira, 27 de maio de 2010

Evite o que é mau – seja moderado no que é bom




O templo do Espírito Santo


Acaso, não sabeis que o vosso corpo é santuário do Espírito Santo, que está em vós, o qual tendes da parte de Deus, e que não sois de vós mesmos? (1 Cor. 6:19)


A cultura de Corinto durante o tempo dos apóstolos era semelhante à moderna obsessão pelo materialismo e gratificação própria. Paulo abordou muitas das questões com as quais os cristãos de Corinto estavam lutando. A sabedoria convencional da época afirmava que o que fosse feito no corpo não tinha impacto nenhum sobre a experiência mental e espiritual da pessoa. Portanto, muitos coríntios condescendiam com bebidas alcoólicas, atividades imorais e glutonaria sem pensar nas consequências eternas. Como muitos hoje, os coríntios acreditavam que estavam livres para fazer com seu corpo o que desejassem.


Paulo nos roga que não sejamos enganados pela crença popular. Somos em última análise responsáveis perante Deus pela nossa maneira de tratar o corpo que Ele criou e depois comprou. Portanto, é nosso dever manter esse templo nas melhores condições possíveis.


Em 1 Coríntios 6:19, Paulo compara o templo do corpo ao templo em Jerusalém. A maioria de nós vê a igreja moderna como um lugar em que as pessoas adoram a Deus. A compreensão do templo nos tempos bíblicos incluía mais que isso. Além de ser um lugar aonde as pessoas iam para adorar, o templo era onde Deus habitava. Por essa razão, o edifício todo era santo. Da mesma forma, é a habitação do Espírito Santo em nosso coração que santifica nosso corpo. O corpo não é santo em si. É santificado pelo Deus santo que habita naqueles que entregam a vida a Ele.


O cuidado do templo


Portanto, quer comais, quer bebais ou façais outra coisa qualquer, fazei tudo para a glória de Deus. (1 Cor. 10:31)


A aplicação mais ampla de 1 Coríntios 10:31 nos orienta quanto à maneira pela qual os cristãos devem se conduzir em todas as situações. Não importa o que estejamos fazendo, devemos fazê-lo na maneira e no espírito por meio dos quais Deus possa ser glorificado. Ao comermos e bebermos, é importante que nutramos o templo de nosso corpo de tal forma que promovamos ao máximo a saúde. Além da imensa quantidade de informações disponíveis para o viver saudável no mundo hoje, os adventistas do sétimo dia foram abençoados com uma mensagem de saúde por meio dos escritos de Ellen G. White. Essa mensagem consiste em diretrizes claras sobre a maneira de conservar o templo de nosso corpo. Se fizermos algo errado, sabendo disso, pecamos “Portanto, aquele que sabe que deve fazer o bem e não o faz nisso está pecando.” (Tia. 4:17)


Falta de domínio próprio = um cristão ineficiente


por isso mesmo, vós, reunindo toda a vossa diligência, associai com a vossa fé a virtude; com a virtude, o conhecimento; com o conhecimento, o domínio próprio; com o domínio próprio, a perseverança; com a perseverança, a piedade; com a piedade, a fraternidade; com a fraternidade, o amor. Porque estas coisas, existindo em vós e em vós aumentando, fazem com que não sejais nem inativos, nem infrutuosos no pleno conhecimento de nosso Senhor Jesus Cristo. Pois aquele a quem estas coisas não estão presentes é cego, vendo só o que está perto, esquecido da purificação dos seus pecados de outrora. (2 Ped. 1:5-9)


O domínio próprio, a pedra de esquina da temperança, é mencionado na lista que Pedro dá dos atributos necessários para uma vida cristã frutífera. Durante o tempo em que Pedro escreveu essa lista – também conhecida como a “escada de Pedro” – existiam muitas listas semelhantes.1 Contudo, todas elas tinham um enfoque temporal, filosófico, enquanto que a lista de Pedro é produto de inspiração divina.


O domínio próprio, ou falta dele, afeta o destino da pessoa. O domínio próprio é alistado como um dos frutos do Espírito “Mas o fruto do Espírito é: amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade, domínio próprio” (Gl 5:22). Se o Espírito Santo habita numa pessoa, então o fruto do domínio próprio será evidente nessa pessoa. Sem domínio próprio, nosso conhecimento de Cristo não significa nada.


Os resultados da desobediência


Sendo Noé lavrador, passou a plantar uma vinha. Bebendo do vinho, embriagou-se e se pôs nu dentro de sua tenda. Cam, pai de Canaã, vendo a nudez do pai, fê-lo saber, fora, a seus dois irmãos. Então, Sem e Jafé tomaram uma capa, puseram-na sobre os próprios ombros de ambos e, andando de costas, rostos desviados, cobriram a nudez do pai, sem que a vissem. Despertando Noé do seu vinho, soube o que lhe fizera o filho mais moço e disse: Maldito seja Canaã; seja servo dos servos a seus irmãos. E ajuntou: Bendito seja o SENHOR, Deus de Sem; e Canaã lhe seja servo. Engrandeça Deus a Jafé, e habite ele nas tendas de Sem; e Canaã lhe seja servo. (Gên. 9:20-27)


O vinho é escarnecedor, e a bebida forte, alvoroçadora; todo aquele que por eles é vencido não é sábio. (Prov. 20:1)


Não olhes para o vinho, quando se mostra vermelho, quando resplandece no copo e se escoa suavemente. Pois ao cabo morderá como a cobra e picará como o basilisco. Os teus olhos verão coisas esquisitas, e o teu coração falará perversidades. Serás como o que se deita no meio do mar e como o que se deita no alto do mastro e dirás: Espancaram-me, e não me doeu; bateram-me, e não o senti; quando despertarei? Então, tornarei a beber. (Prov. 23:31-35)


A Bíblia registra os resultados do consumo de álcool. Apesar de sua sabedoria, Salomão cedeu a toda concupiscência tentadora que o assaltou, inclusive o álcool (Ec 2:10). Olhando para sua experiência passada, ele advertiu contra a loucura do seu consumo. Ele salienta que o consumo do álcool leva à vergonha e à violência, e que as pessoas que estão sob sua influência desconsideram facilmente o que é certo e passam a desprezar os assuntos relativos à piedade.2


Um dos mais tristes relatos da Bíblia se encontra em Gênesis 9:20-27. Veja a seguir a história resumida e suas lições para nós:


Noé se embriagou e se deitou nu em sua tenda. Quão vergonhoso foi para esse poderoso pregador de Deus, o homem que encontrou graça aos olhos do Senhor! Nossa lição? Não importa que grandes coisas Deus tenha feito para você e através de você – não considere sua salvação como ponto pacífico.


Cam viu seu pai e, rindo muito, contou aos irmãos. Cam, um crente no que Noé pregava, agora estava se comportando como os que haviam zombado de Noé enquanto ele construía a arca. Nossa lição? Uma vez salvo não significa salvo para sempre. Não baixe sua guarda contra o pecado.


Sem e Jafé conservaram sua retidão de caráter. Nossa lição? Não importa se as pessoas que lhe pregaram o evangelho estejam escorregando e caindo; não escorregue nem caia junto com elas. Além disso, se membros com quem você conviveu falharem, não fique desanimado. Apegue-se a Jesus Cristo e honre-O em tudo o que você fizer.


Parece mais fácil ceder à concupiscência da carne do que ser temperante, pois o que nossa natureza humana deseja é o oposto do que o Espírito deseja “Porque a carne milita contra o Espírito, e o Espírito, contra a carne, porque são opostos entre si; para que não façais o que, porventura, seja do vosso querer” (Gl 5:17). Viver uma vida que honre a Deus significa que precisamos negar a nós mesmos o que achamos prazeroso, mas que é nocivo. Deus nunca disse que o caminho da salvação seria fácil, mas prometeu ajudar-nos a vencer todas as provações “invoca-me no dia da angústia; eu te livrarei, e tu me glorificarás.” (Sl 50:15).


1. Robert H. Gundry, A Survey of the New Testament (Grand Rapids, Mich.: Zondervan, 2003), p. 376.
2. H. D. M. Spence & Joseph S. Exell, The Pulpit Commentary, v. 19 (Grand Rapids, Mich.: Wm. B. Eerdmans, 1978), p. 222



Mãos à Bíblia
Na primeira década do século 21, o álcool esteve envolvido em quase 1,8 milhão de mortes por ano. Isso significa 3,2% das mortes no mundo. A quantidade de álcool consumido está subindo continuamente. Essa tendência não mostra sinais de enfraquecer. O álcool tem consequências pela intoxicação, embriaguez, dependência (vício) e outros efeitos químicos sobre o corpo.


3. Que instruções, experiências e advertências a Bíblia apresenta contra o álcool? 


Havia um homem de Zorá, da linhagem de Dã, chamado Manoá, cuja mulher era estéril e não tinha filhos. Apareceu o Anjo do SENHOR a esta mulher e lhe disse: Eis que és estéril e nunca tiveste filho; porém conceberás e darás à luz um filho. Agora, pois, guarda-te, não bebas vinho ou bebida forte, nem comas coisa imunda; porque eis que tu conceberás e darás à luz um filho sobre cuja cabeça não passará navalha; porquanto o menino será nazireu consagrado a Deus desde o ventre de sua mãe; e ele começará a livrar a Israel do poder dos filisteus. Então, a mulher foi a seu marido e lhe disse: Um homem de Deus veio a mim; sua aparência era semelhante à de um anjo de Deus, tremenda; não lhe perguntei donde era, nem ele me disse o seu nome. Porém me disse: Eis que tu conceberás e darás à luz um filho; agora, pois, não bebas vinho, nem bebida forte, nem comas coisa imunda; porque o menino será nazireu consagrado a Deus, desde o ventre materno até ao dia de sua morte. Então, Manoá orou ao SENHOR e disse: Ah! Senhor meu, rogo-te que o homem de Deus que enviaste venha outra vez e nos ensine o que devemos fazer ao menino que há de nascer. (Juí. 13:2-8)

O vinho é escarnecedor, e a bebida forte, alvoroçadora; todo aquele que por eles é vencido não é sábio. (Prov. 20:1)


Não olhes para o vinho, quando se mostra vermelho, quando resplandece no copo e se escoa suavemente. Pois ao cabo morderá como a cobra e picará como o basilisco. Os teus olhos verão coisas esquisitas, e o teu coração falará perversidades. Serás como o que se deita no meio do mar e como o que se deita no alto do mastro e dirás: Espancaram-me, e não me doeu; bateram-me, e não o senti; quando despertarei? Então, tornarei a beber. (Prov. 23:31-35)


Ai dos que se levantam pela manhã e seguem a bebedice e continuam até alta noite, até que o vinho os esquenta! (Isa. 5:11)


E não vos embriagueis com vinho, no qual há dissolução, mas enchei-vos do Espírito, (Efés. 5:18)


Curiosamente, muito antes de qualquer descrição científica dos efeitos negativos do álcool sobre o feto (síndrome do álcool fetal), a mãe de Sansão foi advertida a não tomar álcool durante a gravidez. Salomão também adverte contra os efeitos do álcool, especificamente o vinho e a cerveja.


Benedict Oli | Port Moresby, Papua-Nova Guiné    


Extraído de:   http://www.cpb.com.br/htdocs/periodicos/licoes/jovens/2010/frlicj922010.html

A vontade de glorificar a Deus




“Deus pede um sacrifício vivo, não um sacrifício morto ou agonizante. Quando compreendermos os reclamos divinos, veremos que Ele pede que sejamos temperantes em tudo. O objetivo de nossa criação é glorificar a Deus em nosso corpo e espírito, os quais Lhe pertencem. Como podemos fazer isso, quando condescendemos com o apetite em prejuízo das energias físicas e morais? Deus requer que apresentemos nosso corpo em sacrifício vivo. Assim sendo, o dever que se nos é imposto é conservar este corpo na melhor condição de saúde, para que possamos cumprir os Seus desígnios. 
“Portanto, quer comais quer bebais, ou façais outra qualquer coisa, fazei tudo para glória de Deus” (1 Co 10:31)” (Ellen G. White, Testemunhos Para a Igreja, v. 2, p. 65).


“Satanás não é noviço na ocupação de destruir as pessoas. Ele bem sabe que se lhe for possível induzir homens e mulheres a hábitos errôneos no comer e beber, adquiriu, em alto grau, o controle de sua mente e das paixões inferiores. No princípio, o homem comia dos frutos da terra, mas o pecado introduziu o uso da carne de animais mortos como alimento. Esse regime atua diretamente no sentido contrário do espírito de genuíno refinamento e de pureza moral” (Ellen G. White, Temperança, p. 161).


“Deus requer que Seu povo seja temperante em tudo. O exemplo de Cristo, durante aquele longo jejum no deserto, deve ensinar Seus seguidores a repelir Satanás quando se aproxima sob o disfarce do apetite. Então terão eles influência para reformar aqueles que foram transviados pela satisfação do apetite, e perderam a força moral para vencer a fraqueza e o pecado que deles tomou posse. Assim podem os cristãos adquirir saúde e felicidade, em uma vida pura e bem ordenada, e numa mente clara e incontaminada diante de Deus” (Ibidem).


“A inatividade física diminui não somente a força mental, mas também a moral. Os nervos do cérebro, que se ligam com o organismo todo, são o meio pelo qual o Céu se comunica com o ser humano e afeta a sua vida íntima. O que quer que atrapalhe a circulação da corrente elétrica no sistema nervoso, debilitando assim as forças vitais e diminuindo a suscetibilidade mental, torna mais difícil o despertar da natureza moral” (Ellen G. White, Educação, p. 209).


Informação
A alegação de aparentes benefícios do álcool sobre a saúde cardiovascular da população foi desafiada com êxito na recente literatura científica. Foi constatado que os alegados benefícios não se deviam à ingestão moderada de bebidas alcoólicas, mas a outras práticas de estilo de vida. Uma única dose de álcool prejudica as funções neurológicas e pode até causar dependência. Mais importante ainda, o álcool prejudica nossa habilidade de fazer julgamentos corretos e responder ao Espírito Santo. Quem não viu pessoas fazendo tolices e palhaçadas de si mesmas, ou até pior, pelo uso de álcool?


Joy Josephine Torato | Port Moresby, Papua-Nova Guiné  


      Extraído de:   http://www.cpb.com.br/htdocs/periodicos/licoes/jovens/2010/frlicj922010.html

Obediência e salvação I




No Antigo Testamento, a palavra graça é traduzida da palavra hebraica chen. Chen geralmente descreve o ato de uma pessoa ou ser superior que está mostrando favor imerecido a um inferior. Em Efésios, Paulo usou charis para descrever a graça de Deus. Sua carta é muito provavelmente uma circular endereçada aos crentes de todas as igrejas de Éfeso. Nela, ele se concentra em dois temas: os privilégios espirituais da igreja e as responsabilidades da igreja. Entre os privilégios, Paulo fala sobre receber a graça de Deus.


Em Efésios 2:8 e 9, Paulo salienta que somos salvos pela graça por meio da fé. É o favor imerecido de Deus para conosco que perdoa nossos pecados e nos concede a salvação. É nossa fé que crê isso e, assim, nos capacita a aceitar a graça de Deus. No verso 10, Paulo deixa claro que é também o favor imerecido de Deus para conosco que nos capacita a romper com hábitos pecaminosos e a viver de forma a honrar a Deus. Porque pela graça sois salvos, mediante a fé; e isto não vem de vós; é dom de Deus; não de obras, para que ninguém se glorie.  Pois somos feitura dele, criados em Cristo Jesus para boas obras, as quais Deus de antemão preparou para que andássemos nelas. (Efés. 2:8-9 e 10)


Contudo, não é suficiente reconhecer Jesus Cristo como o Messias. Até os demônios creem nisso; mas esse reconhecimento não os salva (Tg 2:19). Ter acesso à graça de Deus exige fé por parte do pecador.  Crês, tu, que Deus é um só? Fazes bem. Até os demônios crêem e tremem. (Tia. 2:19


Essa fé não é meramente uma crença abstrata. Também envolve obediência.
Somos salvos pela graça de Deus por meio da fé que temos nEle. E é a graça de Deus que nos motiva a fazer boas obras. Precisamos nos lembrar de que as boas obras são resultado da salvação, não sua causa. A crença que aceita a graça de Deus sem boas obras correspondentes é inútil (Tg 2:26). A fé e as obras trabalham juntas, de forma que nossa fé é aperfeiçoada pelas obras.  “Porque, assim como o corpo sem espírito é morto, assim também a fé sem obras é morta.” (Tia. 2:26)


Somente praticar uma vida diligentemente temperante não salvará ninguém. A base de nossa salvação é a graça de Deus. É a força de Seu amor por Suas criaturas caídas que transpõe o abismo entre o Criador e Seus filhos perdidos. É a graça de Deus que também nos fortalece para fazermos boas obras. O único tipo de fé que salva é a que responde em obediência e dá muito fruto. Jesus deixa claro que os que deixam de produzir bons frutos não serão salvos “Toda árvore que não produz bom fruto é cortada e lançada ao fogo”. (Mat. 7:19)


Mãos à Bíblia
4. Leia 2 Pedro 1:5-9. Como essas palavras devem ser aplicadas a todas as áreas de nossa vida, particularmente quando se referem aos hábitos de saúde? Como podemos tornar essa admoestação bíblica uma realidade para nós?


por isso mesmo, vós, reunindo toda a vossa diligência, associai com a vossa fé a virtude; com a virtude, o conhecimento; com o conhecimento, o domínio próprio; com o domínio próprio, a perseverança; com a perseverança, a piedade; com a piedade, a fraternidade; com a fraternidade, o amor. Porque estas coisas, existindo em vós e em vós aumentando, fazem com que não sejais nem inativos, nem infrutuosos no pleno conhecimento de nosso Senhor Jesus Cristo. Pois aquele a quem estas coisas não estão presentes é cego, vendo só o que está perto, esquecido da purificação dos seus pecados de outrora. (2 Ped. 1:5-9)


Temperança é muito mais que não fumar, não usar drogas ilegais, não beber álcool, ou até mesmo chá, café e refrigerantes. Isso é porque até as boas coisas, quando levadas a excesso, podem causar problemas. Quais são seus hábitos de trabalho? Existe tempo para Deus, para a família, recreação, preparo físico e serviço aos outros? Quanto tempo você passa dormindo? Ou trabalha o tempo todo? Ou, por outro lado, você dorme demais? Que dizer de sua alimentação? Talvez você não coma carne de porco e nem mesmo frango, mas enche o prato com tanta comida que mal pode se levantar da mesa quando termina a refeição!


Roboam Kakap | Kokopo, Papua-Nova Guiné     


 Extraído de:  http://www.cpb.com.br/htdocs/periodicos/licoes/adultos/2010/frlic922010.html

terça-feira, 25 de maio de 2010

Obediência e salvação II




Deus está interessado em todos os aspectos de nossa vida, inclusive nossa saúde. Nossa responsabilidade é cuidar de nosso corpo de forma que tudo o que fizermos traga glória a Deus. A maioria das pessoas acha que o que comem e bebem é temperança. Para muitos, temperança é controlar o impulso de comer ou beber mais do que o suficiente. Contudo, a temperança também deve ser aplicada a outros aspectos da vida, como ver televisão, ouvir música, navegar na Internet, gastar dinheiro, vestir-se, dormir, falar, e até pensar.


Então, como podemos ser temperantes em tudo o que fazemos, pensamos e dizemos? Eis aqui algumas dicas:


Estabeleça prioridades. 


Comece cada dia com oração e estudo da Bíblia, pedindo a Deus que dirija você em cada passo do caminho da forma como Ele deseja, de maneira que você faça o que precisa fazer e não perca seu tempo em coisas insignificantes. Demasiadas atividades, mesmo que sejam boas, tendem a complicar a vida e a consumir tempo, de forma que sobre pouco para Deus. Dê sua primeira e melhor atenção às coisas que mais importam – as coisas de valor eterno.


Conheça seus limites. 


Ignorância é uma desculpa esfarrapada nesta época em que a informação está literalmente na ponta de nossos dedos. Tire tempo para aprender sobre os perigos do excesso em qualquer coisa e em tudo o que você faz. No dia do Juízo, daremos conta por saber o que é certo e não praticarmos.


Elabore um programa ou cronograma. 


Você não tem que segui-lo estritamente, mas um programa pode ser uma diretriz quanto à maneira de gastar seu tempo fazendo as coisas que você precisa fazer durante o dia, semana, mês e ano.


Seja responsável. 


A temperança é uma escolha que cada um de nós tem que fazer por si mesmo. Ninguém pode forçar alguém a ser temperante. Seja diligente em tudo o que faz, pensa e diz – para o seu próprio bem, porém, mais ainda, para a glória de Deus.


Mãos à Bíblia
A filosofia de muitos hoje é que o corpo nos pertence e podemos fazer com ele o que quisermos. Alguns podem justificar essa posição acrescentando o argumento de que, vivendo assim, eles não prejudicam ninguém a não ser a si mesmos. Mas sabemos que esse tipo de raciocínio está errado.


5. De que maneiras a intemperança de outros prejudicou você ou alguém que você conhece? Indo mais ao ponto, como suas ações intemperantes podem prejudicar os outros?


A Bíblia fala da importância do corpo como lugar de habitação do Espírito Santo. Esse domicílio não é só para nosso próprio benefício, pensamentos, planos e ações. Nosso corpo é, de fato, templo de Deus.


6. Por que devemos cuidar de nosso corpo? Que tema aparece nos textos a seguir respondendo a essa importante pergunta? 


Jesus lhes respondeu: Destruí este santuário, e em três dias o reconstruirei. Replicaram os judeus: Em quarenta e seis anos foi edificado este santuário, e tu, em três dias, o levantarás? Ele, porém, se referia ao santuário do seu corpo. (João 2:19-21) 


Acaso, não sabeis que o vosso corpo é santuário do Espírito Santo, que está em vós, o qual tendes da parte de Deus, e que não sois de vós mesmos? Porque fostes comprados por preço. Agora, pois, glorificai a Deus no vosso corpo. (1 Cor. 6:19-20)


Vanessa Geita | Madang, Papua-Nova Guiné






domingo, 23 de maio de 2010

"Prazeres proibidos"


(vidas decepadas)

“Laura Catagena prometeu deixar o ar condicionado, a busca desenfreada pelo sucesso na carreira, e o sexo... mas sua confortável criação suburbana só tornou muito mais difícil viver como Jesus viveria”, declarou The Washington Post Magazine em sua reportagem de capa, em 25 de janeiro de 2009. Em seu artigo “O problema com a santidade”, Darragh Johnson relata as lutas de Laura entre adotar um estilo de vida temperante e resistir à tentação dos “prazeres proibidos”.

Para muitos, a palavra “temperança” significa uma longa lista de coisas que podem e que não podem ser feitas. Muitas vezes, evoca imagens das sociedades de temperança do princípio do século vinte, com seus cartazes e leis proibindo a venda de álcool. Viver uma vida de temperança é muitas vezes retratado como uma existência maçante, em que a pessoa é privada dos prazeres da vida. Na realidade, nada poderia estar mais longe da verdade.


Conquanto temperança certamente signifique “abstinência de bebidas alcoólicas”, também significa “moderação ou autocontrole em atos e declarações; domínio próprio”. É “a característica de se evitar excessos”. Significa escolher o que é melhor, a despeito das circunstâncias e tentações imediatas. No que diz respeito a viver uma vida de sucesso ou de fracasso, é muitas vezes a temperança que traça a linha divisória entre os dois. As prisões estão cheias de pessoas intemperantes que não conseguiram se controlar. Por outro lado, as pessoas de sucesso aprenderam que o domínio próprio – a temperança – foi o caminho que as levou ao sucesso.


Thomas Yellich, um profissional da filantropia, diz: “Nossa sociedade está baseada no consumo... mais comida, mais drogas, mais sexo – simplesmente mais de tudo, é o que irá nos tornar felizes. Só que isso não é verdade. Aprenda o domínio próprio, a disciplina, os limites e a responsabilidade, e você não só se tornará uma pessoa melhor, mas se tornará feliz.”


A ironia dos “prazeres” proibidos é que, conquanto o momento inicial possa ser gratificante, os resultados duradouros são devastadores. Em vez de proporcionar liberdade e felicidade, a intemperança proporciona apenas o oposto – escravidão e miséria.  


Não olhes para o vinho, quando se mostra vermelho, quando resplandece no copo e se escoa suavemente. Pois ao cabo morderá como a cobra e picará como o basilisco. (Provérbios 23:31 e 32)


Ser temperante é usar a mente que Deus lhe deu, reconhecendo que os prazeres momentâneos, proibidos, não trazem felicidade duradoura, e escolhendo um caminho melhor.


Mãos à obra
1-- Esquematize suas atividades diárias por uma semana. Analise seus resultados para descobrir se alguma área de sua vida está encobrindo outra.
2-- Parafraseie Lucas 9:23. Envie sua paráfrase por e-mail a alguns amigos e pergunte-lhes o que ela significa para eles.

Depois disse a todos: —Se alguém quer ser meu seguidor, que esqueça os seus próprios interesses, esteja pronto cada dia para morrer como eu vou morrer e me acompanhe.  (Lucas 9:23 - NTLH)

Dizia a todos: Se alguém quer vir após mim, a si mesmo se negue, dia a dia tome a sua cruz e siga-me. (Lucas 9:23 - RA)

Dizia a todos: Se alguém quer vir após mim, negue-se a si mesmo, tome cada dia a sua cruz e siga-me.  (Lucas 9:23 - TB)

3-- Dê um passeio num parque próximo. Documente quaisquer exemplos na natureza em que você possa observar temperança ou equilíbrio.
4-- Faça uma colagem de coisas em sua vida que possam requerer domínio próprio, tais como ver TV, ler, falar ao telefone, navegar na internet, ouvir música, e qualquer outra em que você possa pensar.


Gina Renee Wahlen | Silver Spring, EUA




quarta-feira, 21 de abril de 2010

Com água, por favor, sem gelo




“Água, água por toda parte”


Jo 4:14  -   Afirmou-lhe Jesus: Quem beber desta água tornará a ter sede; aquele, porém, que beber da água que eu lhe der nunca mais terá sede; pelo contrário, a água que eu lhe der será nele uma fonte a jorrar para a vida eterna


A água está tão presente em toda parte que quase parece sem sentido falar sobre ela. Com certeza, todo mundo sabe o que é a água e o que ela faz. As únicas pessoas que precisam estudá-la são os químicos que desejam compreender a construção, aplicação e função das minúsculas partículas nas quais se dividem as menores partes da água. No outro lado do espectro, seria ótimo compreender as profundidades das mais profundas fossas oceânicas, e saber como peixes que emitem luz podem viver ali. Mas quando as pessoas inteligentes que estudam essas coisas as compreenderem, elas nos informarão no noticiário, certo?


Presumindo que Deus fez a água junto com tudo o mais que Ele criou, por que ela é o artigo mais abundante e reconhecível da Terra (pelo menos vista do espaço)? E por que gastamos tanto tempo e dinheiro procurando por ela em lugares como Marte? As pessoas inteligentes mencionadas acima nos dizem que ela é a substância mais fundamental para a existência da vida. Afinal de contas, Deus podia ter feito as coisas do jeito que quisesse, de acordo com qualquer conjunto de leis naturais que desejasse instituir. Não existem coincidências no universo de Deus.


Portanto, o que Jesus queria dizer quando falou à mulher junto ao poço: “Mas quem beber da água que Eu lhe der nunca mais terá sede. Pelo contrário, a água que Eu lhe der se tornará nele uma fonte de água a jorrar para a vida eterna” (Jo 4:14, NVI)? Obviamente, a mulher tinha vivido por algum tempo sem jamais ter provado a água que Jesus estava oferecendo. Havia se casado cinco vezes sem a água de Jesus. Talvez isso, em si, seja uma pista para nossa busca quanto ao porquê de devermos nos importar com a água.


O duplo significado da água


Gn 2:10-14  -  E saía um rio do Éden para regar o jardim e dali se dividia, repartindo-se em quatro braços


A água é tanto física como espiritual (simbólica). Nós a usamos para nos manter limpos. Fazer isso não só nos ajuda a ter melhor aparência e a ser mais socialmente aceitáveis, mas também a evitar doenças. Podemos literalmente remover, pela água, o que nos causa doença, ou poderia nos causar. Internamente, ao mantermos o corpo hidratado, nossos órgãos podem reunir, filtrar e eliminar corpos estranhos microscópicos que são perigosos, e células mortas.


A água espiritual nos purifica dos efeitos eternamente mortais do pecado. Uma pessoa ligada à Fonte dessa água é conservada limpa pela constante renovação da obra purificadora do Espírito Santo.


Quando a passagem de Gênesis 2:10-14 fala do rio que saía do Éden, fala também dos quatros rios que nasciam dessa fonte proveniente da terra sem pecado. Da mesma forma que os quatro ventos representam lutas em todos os cantos do mundo, esses quatro rios poderiam representar a saúde e a purificação espiritual indo para todos os cantos do mundo. Ainda hoje há na Índia rios que, segundo se crê, vieram dos deuses; esses rios “absolvem um homem de todos os seus pecados, e o tornam puro, só de ele contemplá-los”.* Essas crenças vêm da antiga literatura indiana. Não é inconcebível que tenham se inspirado originariamente no relato bíblico de Gênesis 2.


A verdadeira fonte da água (Jo 4:12 –


1Co 10:4   - e beberam da mesma fonte espiritual; porque bebiam de uma pedra espiritual que os seguia. E a pedra era Cristo


Jesus é a fonte dessa água viva “[A] oração levará perante o Senhor dos exércitos os ferimentos de Jesus, e então, de novo fluirá o sangue doador de vida, simbolizado pelo fluir da água viva para Israel” (Ellen G. White, Patriarcas e Profetas, p. 411). Em toda parte que virmos água – nos mares e rios, no vapor da atmosfera, e até dentro das membranas das células de nosso corpo – devemos nos lembrar de que a graça salvadora e curativa de Jesus está ali, pronta a nos curar do pecado e das doenças que ele cria em nós. Não podemos ser separados da água e continuar vivos. Não podemos ser separados da graça de Jesus e continuar vivos espiritualmente.


Eram essas lições que o batismo de água tinha o objetivo de ensinar. A sepultura de água de Romanos 6:1-6 tem o poder físico de matar; mas traz em si a promessa de cura para a vida eterna. Essa é a natureza todo-abrangente da água. Não se levando em conta a conveniência disso, pressupõe-se que uma pessoa que esteja sendo batizada se molhe. Assim, o entrelaçamento dos aspectos físicos e espirituais da água são ensinados por Deus ao Ele torná-la um dos elementos indispensáveis da boa saúde – água por dentro, e água por fora.


O poder da promessa de Jesus em João 14 é visto quando Ele fala do relacionamento entre Ele mesmo, o Pai e o Espírito Santo. Os limites fluidos de cada um tornam quase impossível saber onde um termina e o outro começa. No verso 17, Jesus prometeu o Espírito que “vive com vocês e estará em vocês” (NVI). Jesus não deseja simplesmente estar conosco, mas em toda célula de nosso ser. Ele anseia ser o artigo que está em toda parte e é visto acima de tudo, quer outros olhem para nós apenas de passagem ou nos estudem detalhadamente para determinar a fonte e a função de nossa ambição na vida. Nosso relacionamento com Ele deve ser tão entrelaçado que não haja diferença entre nós e Ele. Então, Ele diz: “Porque Eu vivo, vocês também viverão” (Jo 14:19, NVI).


Você tem água aí?


Saranathan. Holy Rivers in India. http://pulivahanan.wetpaint.com/page/Holy+rivers+in+India ?t=anon (acessado em 8 de fevereiro de 2009).


Mãos à Bíblia
3. Gênesis 2:10 - E saía um rio do Éden para regar o jardim e dali se dividia, repartindo-se em quatro braços) Este verso revela que, na região do Éden, mesmo antes do pecado, havia água para as criaturas de Deus. O que está implícito nesse fato?


No Éden, havia um rio que se dividia em quatro braços: Pisom, Giom, Tigre e Eufrates. De fato, cada célula, tecido e órgão do corpo precisa de água para funcionar. A água ajuda a regular a temperatura do corpo, transporta nutrientes e oxigênio para as células, remove dejetos, evita a constipação, umedece os tecidos, protege de choques as articulações e mantém o sangue fluindo ao longo do corpo. Precisamos beber mais água do que a sede requer. Muitos líquidos, como água, leite e sucos de frutas e de vegetais, contribuem para hidratar. Porém, paradoxalmente, as bebidas alcoólicas e cafeinadas aumentam a perda de fluidos, o que pode ser prejudicial.


4. Como a água estava relacionada com as cerimônias de purificação do Antigo Testamento? 


Lv 11:40  -  quem do seu cadáver comer lavará as suas vestes e será imundo até à tarde; e quem levar o seu corpo morto lavará as suas vestes e será imundo até à tarde. 


Lv. 13:6, 34, 53, 54 -  O sacerdote, ao sétimo dia, o examinará outra vez; se a lepra se tornou baça e na pele se não estendeu, então, o sacerdote o declarará limpo; é pústula; o homem lavará as suas vestes e será limpo.     -         Ao sétimo dia, o sacerdote examinará a tinha; se ela não se houver estendido na pele e não parecer mais funda do que a pele, o sacerdote declarará limpo o homem; este lavará as suas vestes e será limpo.    -        Mas, examinando o sacerdote, se a praga não se tiver espalhado na veste, nem na urdidura, nem na trama, nem em qualquer coisa feita de pele, então, o sacerdote ordenará que se lave aquilo em que havia a praga e o encerrará por mais sete dias;


Lv. 15:3-13  -   Esta, pois, será a sua imundícia por causa do seu fluxo: se o seu corpo vaza o fluxo ou se o seu corpo o estanca, esta é a sua imundícia. ...... Quem tocar o corpo do que tem o fluxo lavará as sua vestes, banhar-se-á em água e será imundo até à tarde. Se o homem que tem o fluxo cuspir sobre uma pessoa limpa, então, esta lavará as suas vestes, banhar-se-á em água e será imunda até à tarde. Também toda sela em que cavalgar o que tem o fluxo será imunda. Qualquer que tocar alguma coisa que esteve debaixo dele será imundo até à tarde; e aquele que a levar lavará as suas vestes, banhar-se-á em água e será imundo até à tarde. Também todo aquele em quem tocar o que tiver o fluxo, sem haver lavado as suas mãos com água, lavará as suas vestes, banhar-se-á em água e será imundo até à tarde. O vaso de barro em que tocar o que tem o fluxo será quebrado; porém todo vaso de madeira será lavado em água. Quando, pois, o que tem o fluxo dele estiver limpo, contar-se-ão sete dias para a sua purificação; lavará as suas vestes, banhará o corpo em águas correntes e será limpo. 


. Que lição existe nesse fato?


Gary Wagner | Spencerport, EUA


Extraído de:  http://www.cpb.com.br/htdocs/periodicos/licoes/jovens/2010/frlicj422010.html